Cultura Burger King: Nosso novo jeito de ser

O primeiro dia do RH Summit ainda investiu na palestra Cultura Burger King: Nosso novo jeito de ser, com Márcia Baena, vice-presidente de gente e gestão do Burger King, que contou um pouco sobre o processo de transformação digital que a empresa passou, apresentando pontos como a estratégia apostada e as ações de liderança.

O primeiro dia do RH Summit ainda investiu na palestra Cultura Burger King: Nosso novo jeito de ser, com Márcia Baena, vice-presidente de gente e gestão do Burger King, que contou um pouco sobre o processo de transformação digital que a empresa passou, apresentando pontos como a estratégia apostada e as ações de liderança.

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Márcia relatou que o grande diferencial de uma empresa é a cultura, e a definiu sob uma ótica simples: como sendo a forma com que fazemos as coisas em determinado lugar. Além disso, contou que, durante a estratégia adotada pelo Burger King, houve um forte investimento em liderança, já que os líderes causam remodelações, tendo como base a disciplina e a coerência.

Baena ainda apresentou um plano do Burger King com “gente boa versus modelo de gestão”, apresentando que, no ano de 2011, houve a definição das diretrizes estratégicas e o estabelecimento desse “grande sonho” da corporação e a consequente tradução em metas de curto e longo prazo.

Dentro da visão desejada pelo Burger King, eles queriam ser a marca de fast-food preferida, mais rentável e com forte presença nacional, segundo Márcia, além de contarem com pessoas talentosas. Esse “sonho”, portanto, foi diluído anualmente para estar pronto em cinco anos.

Márcia disse que tais indicadores são definidos anualmente e disseminados com metas claras desde o CEO até os restaurantes – ou seja, são grandes sonhos transformados em objetivos claros e perseguidos anualmente.

A palestrante ainda comentou sobre os rituais de gestão da corporação, com follow-ups sistemáticos para a checagem dos processos de cada objetivo. Além disso, há o investimento em desligamentos quando não há uma aderência aos termos de cultura do Burguer King, que é baseada na visão de dono e meritocracia, além do investimento nos líderes.

Ao final, comentou-se sobre a cultura sendo diluída e um tema transversal, assim como a necessidade do RH mandar mensagens sobre o tema.

“Se me desse uma única arma para entrar no processo de jornada cultural, eu escolheria a liderança” – Márcia Baena

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