Como promover uma cultura de saúde por meio de programas de promoção de hábitos saudáveis

Fernanda Caracciolo, diretora de RH da RD – Raia Drogasil, trouxe o tema Como promover uma cultura de saúde através de programas de promoção de hábitos saudáveis para o quinto dia de RH Summit. A conversa também contou com a curadora Jéssica Martina, que é âncora do evento.

Fernanda Caracciolo, diretora de RH da RD – Raia Drogasil, trouxe o tema Como promover uma cultura de saúde através de programas de promoção de hábitos saudáveis para o quinto dia de RH Summit. A conversa também contou com a curadora Jéssica Martina, que é âncora do evento.

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A empresa tem como objetivo mudar o foco da doença para a saúde dos clientes. Nesse sentido, quando ele entra em um estabelecimento, encontra diversos outros produtos que promovem a sua saúde integral, para além dos medicamentos.

 

Quando se olha para saúde mental, a empresa foca em todas as dimensões do ser humano. A ideia é impactar milhões de pessoas em todo o Brasil.

 

Para conduzir o programa, foi feito um processo de diagnóstico. Foi ressaltado que, quando se cria uma ação tão grande e impactante para as pessoas, é muito importante que seja feito um diagnóstico para assegurar que as questões mais importantes sejam trabalhadas.

 

O diagnóstico que a empresa realizou teve como base a cultura do cuidado que a organização já possuía em suas raízes. Dos últimos anos para cá, o olhar e o cuidado para com as pessoas foi aumentado, de modo a atingir o objetivo de ser a empresa que mais cuida das pessoas.

 

“A nossa ambição é nos tornar o grupo que mais promove hábitos saudáveis para o brasileiro até 2030” – Fernanda Caracciolo

 

Para que isso se concretize, as mudanças precisam ocorrer de dentro para fora. Primeiro é preciso cuidar dos colaboradores, para que depois eles cuidem dos clientes da empresa e da comunidade em geral.

 

O diagnóstico foi realizado para conhecer o perfil de saúde dos profissionais que atuam na empresa. Para isso, foram utilizados dados de saúde da assistência médica da organização. Os gastos com esse tipo de assistência estavam muito voltados a serviços de tratamentos médicos, como internação, pronto-socorro, entre outros.

 

Isso mostrou que os colaboradores, assim como muitos brasileiros, deixaram de buscar ajuda médica quando estavam doentes. Essa questão foi endereçada pela empresa, que passou a focar em alternativas para facilitar o acesso à saúde de seus profissionais, como a telemedicina, por exemplo.

 

A gestão das informações do diagnóstico contou com a ajuda de parceiros. Os parceiros também foram chamados para ajudar no programa de capacitação dos colaboradores e na comunicação interna da empresa.

 

A palestrante ressaltou a importância de conseguir o engajamento dos líderes para fazer todas as mudanças necessárias. Assim, o programa Minha melhor versão conseguiu evoluir e a vida das pessoas passou a ser transformada em questões como sedentarismo, alimentação e espiritualidade.

 

O investimento também está sendo realizado no desenvolvimento de mudanças de hábitos e redução dos fatores de risco de doenças nos funcionários. Tudo isso se reflete nas contas da empresa com plano de saúde, no bem-estar e na qualidade de vida dos colaboradores.

 

A empresa também apoia o acompanhamento de funcionários com problemas crônicos que não estavam recebendo os tratamentos adequados. Com isso, será possível focar ainda mais na prevenção da saúde integral em um momento futuro.

 

O projeto foi idealizado antes da pandemia, mas, com a questão da Covid-19, pautas de saúde mental tiveram que ser endereçadas com mais intensidade. A estrutura de telemedicina que a empresa já tinha propiciou um avanço muito grande nesse sentido.

 

Os cuidados com a Covid-19 também têm sido muito focados desde o início da pandemia. Para os colaboradores que foram infectados, foi despendido um cuidado maior e um acompanhamento para que todos tivessem os cuidados necessários.

 

A empresa tem formado as lideranças para que o assunto da saúde emocional não seja mais um estigma. Hoje há uma estrutura de acolhimento para as pessoas que apresentam sinais de problemas emocionais. Isso faz com que todos os colaboradores tenham acesso a atendimento especializado.

 

Em relação aos dados utilizados para montar o programa, a palestrante ressaltou que eles têm sido fundamentais para orientar todas as ações da empresa. Com os dados, pode-se definir o perfil dos colaboradores e direcionar melhor os programas de saúde da empresa. 

 

Eles também permitem traçar metas mais eficazes, fazendo realmente valer o investimento de tempo e capital realizado. Eles também fornecem as informações necessárias para ajudar pessoas com problemas crônicos e doenças mentais.

 

“Dados, para a gente, são fundamentais” – Fernanda Caracciolo

 

Baseando-se nas histórias e aprendizados, a palestrante recomendou que as empresas que desejam aplicar esses cuidados de saúde com os colaboradores comecem com pequenos passos. Mudar hábitos leva tempo e deve ser incentivado aos poucos na vida das pessoas.

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