Como o novo modelo de Gestão de Desempenho contribuiu para a transformação cultural do Telecine

O segundo dia do RH Summit contou com a palestra Como o novo modelo de Gestão de Desempenho contribui para a transformação cultural do Telecine, com Bernardo Bicalho, head de pessoas e cultura do Telecine. 

O segundo dia do RH Summit contou com a palestra Como o novo modelo de Gestão de Desempenho contribui para a transformação cultural do Telecine, com Bernardo Bicalho, head de pessoas e cultura do Telecine.

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A palestra começou com Bernardo contando um pouco sobre o contexto em que o Telecine se encontrava para realizar sua mudança, pautado pela questão de como mudar o mindset das pessoas para que fosse possível implantar uma transformação ágil.

Dessa forma, foi iniciado um grande diagnóstico de cultura, entendendo quais eram as suas fortalezas e os pontos positivos descobertos por meio de conversas com os colaboradores, e quais não eram tão fortes assim. Nesse processo, percebeu-se que diferentes áreas da organização tinham percepções diferentes da cultura, e elas estavam em busca de um diagnóstico claro.

A partir disso, foram criadas quatro grandes competências para a empresa focadas no mercado digital, que se desdobrou nos comportamentos esperados. Bernardo relatou ainda que a cultura já estava profundamente enraizada e que fazer isso não foi fácil, sendo um processo de desconstrução.

“É preciso desaprender para reaprender” – Bernardo Monteiro 

O head também contou que a equipe possuía uma paixão e um orgulho de pertencimento muito fortes, o que era positivo para aceitar a necessidade de mudança.

Caminhando para o final, foi observado que o momento atual é ideal para realizar uma mudança cultural, que o mercado está exigindo isso, além de alguns pontos da gestão de desempenho e seus reflexos.

Bernardo conta, ao fim, que percebe que cada vez mais dá para agir de maneira mais colaborativa, que os líderes têm papel fundamental em momentos de mudança (a qual precisa acontecer de cima para baixo), que há a necessidade de entender o que o cliente precisa de verdade, e que a estrutura conversa diretamente com a competência.

“É preciso sair do automático e entender o que o seu cliente está pedindo” – Bernardo Monteiro 

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