Case prático: como implementar ações de atenção à saúde no dia a dia da empresa

Durante a manhã do quarto dia do RH Summit, Emerson Silva, CFO e co-founder da startup Um grau e meio, e João Vogel, CEO e co-founder da Cuidas, deram a palestra Case prático: como implementar ações de atenção à saúde no dia a dia da empresa. Durante o painel, foram discutidas medidas práticas para promover um ambiente de trabalho mais saudável para profissionais dos mais variados setores. 

Durante a manhã do quarto dia do RH Summit, Emerson Silva, CFO e co-founder da startup Um grau e meio, e João Vogel, CEO e co-founder da Cuidas, deram a palestra Case prático: como implementar ações de atenção à saúde no dia a dia da empresa. Durante o painel, foram discutidas medidas práticas para promover um ambiente de trabalho mais saudável para profissionais dos mais variados setores. 

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A discussão foi iniciada com a conceituação da atenção primária à saúde, um serviço que tem o intuito de apoiar as pessoas em todas as fases de sua vida, desde o pré-natal até a terceira idade. Também foi destacado o caráter de integralidade presente na atenção primária. O intuito desse movimento é promover saúde e fazer a manutenção do bem-estar de forma contínua. 

“Saúde não é doença, não é sintoma… é como você come, como você se cuida” – João Vogel. 

 

Ainda que a atenção primária tenha foco na criação de vínculo individual entre os usuários e o time de saúde, essa estratégia também deve ser usada para ações coletivas. 

Destacou-se que ela pode ajudar no tratamento de condições crônicas (como a diabetes ou a pressão alta, por exemplo), mas também pode ser usada para o aperfeiçoamento da saúde em áreas mais específicas, como emagrecimento e treinamento para ganho de massa muscular, dentre outras atividades.

Silva contou como o uso de plataformas de atenção primária à saúde foi muito importante para a Um grau e meio durante a pandemia. Nesse período, foi identificada a necessidade de conversar com os membros da equipe, tirando dúvidas sobre notícias falsas acerca da Covid-19, esclarecendo pontos sobre a vacina e discutindo o impacto de doenças silenciosas, que podem ser desenvolvidas no contexto de isolamento social (como a depressão e a ansiedade). 

A saúde mental foi um ponto muito importante na discussão:

“Pesquisas apontam que 1/3 dos sobreviventes da Covid-19 ficam com alguma sequela crônica de saúde mental” – João Vogel

 

Silva destaca, ainda, que as palestras de orientação tiveram quase 100% de adesão entre os colaboradores, ressaltando que o diálogo aberto e honesto com a equipe foi um elemento-chave para o sucesso da iniciativa. 

O uso de uma plataforma tecnológica e fácil de usar também foi um fator que influenciou a adesão da equipe. A participação ativa dos colaboradores é essencial para a criação de relatórios confiáveis e mapeamento das questões de saúde mais latentes. 

Para Vogel, a tecnologia tem muito a contribuir para a criação de soluções de saúde mais eficientes, afinal, quanto mais simples e intuitiva é uma ferramenta, mais as pessoas têm vontade de usá-la. 

O palestrante destacou, ainda, que com o uso de dados dos usuários – devidamente anonimizados, de acordo com as regulamentações da LGPD –, foi possível criar políticas de saúde personalizadas. Isso ajuda na tomada de decisão e pode oferecer ferramentas para o RH melhorar a experiência de seus colaboradores como um todo.

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