Alessandra Marchetti: conforto no home office com o apoio de benefícios flexíveis

Como a Flash ajudou o Xerpay com benefícios flexíveis no home office

A Gerente de Operações do RH do Xerpay conta como é importante ter uma relação de empatia reciprocidade com os colaboradores e fornecedores e como a reciprocidade e a empatia são essenciais entre as relações

 

As mudanças drásticas oriundas da pandemia da Covid-19 e o decorrente isolamento social fizeram com que diversas empresas tivessem que repensar (e em pouco tempo!) as suas dinâmicas de trabalho e as relações com os colaboradores. No Xerpay não foi diferente.

Em entrevista para a Flash, Alessandra Marchetti, Gerente de Operações do RH da Xerpay, de um jeito superdescontraído, compartilhou um pouco sobre como foi enfrentar os desafios pandêmicos, os problemas de logística dos benefícios tradicionais e como foi a sua experiência ao optar pelos flexíveis.

Durante a entrevista, ficou evidente como a preocupação em proporcionar o bem-estar para o colaborador era uma prioridade para o setor de RH do Xerpay no momento das mudanças causadas pela pandemia. “Eu tinha que ter alguma coisa para que os colaboradores se sentissem em casa também no escritório. Comecei a procurar as dores”, disse.   

 

A Alê, como foi tratada ao longo do bate-papo, além de ser fanática por Astrologia, também se considera “especialista em lidar com pessoas e cálculos”. De acordo com a gerente, ela “lida com pessoas e com a diversidade de pensamentos, entendendo suas dores e construindo laços de amizade”.

 

Confira abaixo a entrevista na íntegra concedida pela profissional à Flash.

 

Flash. Alê, compartilhe conosco um pouco do seu histórico profissional: por quais outras companhias já passou?

 

Alessandra Marchetti. Tive um grande desafio, trabalhei mais de 10 anos com consultoria, com a Deloitte, e me apaixonei por startup dentro de alguma implantação que acabei pegando no processo de consultoria. Coloquei para o universo, para atribuir o meu conhecimento e aprender muito mais sobre a metodologia ágil e como as startups funcionam. E fui para o Xerpay viver essa aventura, o que foi muito bom para mim. 

 

Comecei no departamento pessoal muito nova, meu primeiro estágio foi em um escritório contábil focado em folha de pagamento para as áreas de engenharia e arquitetura. Me apaixonei por essa área. Mas sempre fui um ponto fora da curva por ser uma área muito burocrática, com um estereótipo muito ligado a riscos e a processos muito mais amarrados com a contabilidade e com o financeiro.

 

Eu tinha um sonho dentro desse estágio que era trabalhar em uma big four. Sempre ouvi falar muito bem da Deloitte. Consegui uma vaga na área de outsourcing, de prestação de serviços de folha, entrei como assistente, trabalhei com a Nokia Siemens, com mais de 10 mil funcionários, totalmente diferente do meu estágio e do que eu fazia (que era um sistema mais básico), entrando em um mundo gigante, cuidando de células de rescisão, que possui muita volumetria. Cheguei com “o bonde andando”, literalmente (risos). Foi uma experiência muito boa pra mim.

 

Eu falo que se alguém começa no departamento pessoal no backoffice, ou outsourcing, ela começa bem, porque ela consegue ter a visão de como são os bastidores.

 

Evoluí por 10 anos até chegar como supervisora, foi muito legal construir a minha carreira lá [na Deloitte] porque foi muito dinâmico. Trabalhei com muitos detalhes de informações ligadas ao departamento pessoal e com uma diversidade de empresas.

 

Até que chegou o momento, em relação à Deloitte, de migrar um pouco para startup, porque a gente já estava trabalhando com muitas empresas tradicionais. E ali surgiu a minha paixão. Eu ficava em um link superconservador da Deloitte e um link startup, uma visão diferente do que fazer para ser atrativo para os colaboradores. Foi ali que eu me encontrei. A startup estava muito ao encontro do que eu acredito. Você pode ser você a qualquer momento e também ser um profissional maravilhoso. Eu me sentia eu mesma. 

 

Fui para o Xerpay, em que eu pude construir do zero o departamento pessoal, a área de benefícios e montar uma linha de ajuda e update do nosso produto. Foi muito gratificante essa experiência. Eu me descobri como profissional e pessoa junto, na mesma característica, para poder falar assim: “Eu sou a Alessandra, a doida dos signos, a que é casada com a Sueli, que também trabalha no DP!” (risos). Eu pude mostrar o que realmente eu sou para o Xerpay e foi muito importante para mim.

Conte uma história, ou um case profissional, que vai inspirar outros RHs a alcançarem seus desafios profissionais.

 

A gente passou um momento, em março de 2020, no dia 20: todo mundo em casa. O meu maior desafio foi pensar que estávamos em poucos colaboradores, mas que ainda tinha muita coisa para fazer, para ser automatizada, além de entender qual seria a dor das pessoas, agora em casa, com os benefícios tradicionais que tínhamos. 

 

Fiquei com aquilo na cabeça. Eu tinha que ter alguma coisa para que os colaboradores se sentissem em casa e também no escritório. Comecei a procurar as dores. Pensei, então, em reverter o que estava em orçamento para eventos a fim de ajudar no home office. E começamos a migrar para o benefício home office. 

 

Foi aí que chegou a onda dos benefícios flexíveis, em que o colaborador vai usar da maneira que achar melhor. Fizemos uma cotação, conseguimos um na época, que infelizmente não deu certo a continuidade, mas a gente conseguiu. Fomos um dos primeiros a pensar, como startup, em relação a isso. Todo mundo ficou feliz, então foi um case superlegal. 

 

Depois disso, a gente começou a amadurecer, já com as notícias da Covid-19 e dos lockdowns. Começamos também a sentir uma necessidade de fazer mais – que veio através de uma pesquisa dos nossos benefícios atuais e como as pessoas estavam lidando com isso em casa (tínhamos VR tradicional, que já teria que migrar para alimentação). Tinha algo que a gente podia mudar.

 

Mandei a pesquisa. As pessoas falaram que não estava dando certo, que toda hora tinha que migrar para alimentação, esperar a logística chegar, não estava rolando. E também gerou um custo alto de logística para a empresa. Tínhamos que ter um benefício que já estava determinado em orçamento. Foi quando a Flash apareceu na minha vida.

 

Eu comecei a olhar dentro do produto, entendendo o momento e a flexibilidade que podíamos fazer. Percebi que dava pra usar tanto alimentação como refeição, e ainda é um cartão de crédito, você tem noção do que é isso? Dá pra eles fazerem o que quiserem, dá pra fazer compra on-line! Quer mais facilidade do que isso? 

 

Na época, as empresas tradicionais de VR não estavam ainda disponibilizando compra on-line por VR, a gente recebeu alguns relatos de colaboradores do Xerpay dizendo que estava horrível. Então eu disse: “É isso! Vamos fazer isso agora!”. E foi quando a gente conseguiu ir para a Flash e conseguimos ter mais flexibilidade com relação também ao vale-refeição. 

 

Fizemos um pouquinho mais: não queríamos dar vale-refeição, mas, sim, um benefício flexível, o qual a pessoa poderia usar da maneira que ela realmente precisasse. Então disponibilizamos a função flex, para que o colaborador utilize em cultura, refeição, alimentação, educação, como ele quiser. Tivemos uma visão da necessidade dos colaboradores. E foi incrível!


Desde quando você é cliente da Flash?

 

Em junho de 2020, iniciamos a nossa experiência na Flash. E ali foi o início de um namoro muito legal, porque tivemos muita contribuição com a plataforma. Eu comecei a instigar eles e percebi uma maior flexibilidade deles em entender a minha dor. O produto começou a fazer reunião comigo e eu achei isso superinteressante, sermos parceiros. E começamos a evoluir em muitas coisas. 

 

“Conseguimos mudar e flexibilizar muitas coisas, colocar tudo na Flash, colocar o home office totalmente ali na Flash, a refeição e começamos a conquistar a confiança deles, e eles também conquistando a nossa.” – Alessandra Marchetti 

 

E virou um casamento! Agora estamos casados (risos). Conseguimos mudar e flexibilizar muitas coisas, colocar tudo na Flash, colocar o home office totalmente ali na Flash, a refeição e começamos a conquistar a confiança deles, e eles também conquistando a nossa. 

 

Hoje, a experiência é incrível. O colaborador recebe em casa o cartão assim que eu peço, eu não tenho custo de logística. A minha maior case de sucesso foi a Flash, e não é merchan! (risos). 

 

A Flash conseguiu resolver algum desafio do RH da empresa?

 

A Flash resolveu o meu problema. O maior que a gente tinha era como dar conforto e comodidade para os nossos colaboradores, porque imagina: eles em casa, com o benefício ultrapassado e usando a casa como escritório. Tiramos a primeira dor e conseguimos fazer isso com muita leveza. 

 

Hoje eu pago quase todos os benefícios que eu tenho da folha de pagamento através da Flash. Esse foi o meu case: eu consegui automatizar em um só lugar. Para mim era horrível ter que ficar entrando em plataformas diferentes. Hoje, quando minha analista para, ela faz todos os benefícios em um só lugar e em um só tempo, economizando o tempo dela e de todo o processo. 

 

Qual aprendizado você teve?

 

Eu tive um aprendizado de resiliência e empatia com o meu fornecedor. Meu amor maior é que o colaborador vibre com o fornecedor. Mostrar para outros fornecedores que podemos comemorar juntos. Jogo de cintura, visão de mitigação de erros e melhoria foram construções que tive com a Flash e com todos os outros meus fornecedores, o que me ajudou muito. 

 

A gente criou um laço de confiança, e é isso que eu gosto de passar de mensagem para os DPs. Muitas vezes, estamos imersos dentro da nossa área e problemas e não conseguimos ter empatia com o fornecedor para entender o que está acontecendo, suas dores, e o que podemos contribuir. Tudo gira em torno de pessoas. Podemos aprender juntos, que delícia aprender junto com a Flash. O aprendizado, a reciprocidade e a empatia são muito importantes – e foi o que mais aprendi.

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