A importância de ser feliz no trabalho

A segunda edição do RH Summit trouxe a palestra A importância de ser feliz no trabalho com João Pacifico, CEO ativista do Grupo Gaia, que contou um pouco sobre como a felicidade é positiva em ambientes de trabalho, causando reflexos na família e na sociedade.

A segunda edição do RH Summit trouxe a palestra A importância de ser feliz no trabalho com João Pacifico, CEO ativista do Grupo Gaia, que contou um pouco sobre como a felicidade é positiva em ambientes de trabalho, causando reflexos na família e na sociedade.

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João começou explicando o que é o termo “CEO ativista”, dizendo que o ativista é aquele que possui causas muito fortes. Ele conta que no Gaia há esse tipo de causa, e que está tudo bem perder clientes que não estão alinhados a elas.

“Me entendi ativista quando compreendi a importância de abraçar causas” – João Pacifico

O painel girou em torno das pessoas e de como elas importam. João contou que os candidatos mandam seus currículos para o Gaia não pelo produto oferecido pela empresa, mas sim pelos valores corporativos, que são extremamente humanos – como “viver com garra”. Para esses valores serem colocados em prática, são criados rituais. O intuito é tornar as pessoas mais felizes, criando ambientes acolhedores para os colaboradores.

“Por que não ter um lugar onde as pessoas possam ser felizes e desempenhar o seu melhor?” – João Pacifico

João ainda contou sobre a importância dos colaboradores terem orgulho em participar da empresa, tendo um solo fértil para que sementes férteis nasçam ali. Além disso, ele disse que estudou sobre psicologia humana para compreender o que faz as pessoas felizes.

Com isso, foi entendendo que sentimentos ruins, como a ansiedade e o ódio, por exemplo, não devem ser anulados. O importante é que as pessoas retornem desses sentimentos, não permanecendo neles por muito tempo. Para isso, é necessário criar um ambiente de trabalho em que esses sentimentos sejam compreendidos com um clima acolhedor.

“Como você encara o fato é mais importante do que o fato em si” – João Pacifico

O palestrante ainda mostrou que a consequência do fato está diretamente ligada à forma como as pessoas o encaram. Além disso, João contou que no Gaia há pessoas com perfis diferentes, e que o objetivo é contratá-las a partir do perfil comportamental, respeitando a diversidade e percebendo quem vai se adequar à empresa e à função em questão, trabalhando os valores da companhia (que são dez no total) e dos colaboradores.

Ninguém chega pronto e não estará pronto nunca; tudo é um processo. O palestrante ainda discorre sobre a necessidade de ter um dia a dia em que a caminhada seja agradável e feliz, mostrando que experiências valorosas educam as pessoas para fazerem o melhor, e que nossas atitudes geram impactos. Para o profissional, ao acolher as pessoas, a empresa acolhe suas próprias famílias, gerando sentimentos bons.

Em outro momento do painel, João Pacifico contou que a criação do Gaia veio de um incômodo, um pensamento em como ser mais humano. Ele reflete que há uma movimentação cada vez mais forte em relação a esses pontos, principalmente quanto à pauta ambiental, mas que no Brasil isso ainda é muito fraco. Foi observado que a comunicação precisa vir junto da ação e que não dá para ser incoerente.

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